
"E chorava pela perdição de aceitar o que não pode ser modificado"
Caio Fernando.
"Sem pensar em nada, sem nenhuma amargura, nenhuma vaga saudade, rejeição, rancor ou melancolia. Nada por dentro e por fora além daquele quase-novembro, daquele sábado, daquele vento, daquele céu-azul - daquela não-dor, afinal"
Nenhum comentário:
Postar um comentário