Mais do que tudo, odeio
Tantas noites em flor de Primavera
Transbordantes de apelos e de espera
Mas donde nunca nada veio."
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"Sem pensar em nada, sem nenhuma amargura, nenhuma vaga saudade, rejeição, rancor ou melancolia. Nada por dentro e por fora além daquele quase-novembro, daquele sábado, daquele vento, daquele céu-azul - daquela não-dor, afinal"
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